Não há nada de errado em abrir um negócio com a esposa ou com o marido, desde que haja a mesma compatibilidade que existe na vida pessoal, também haja no business.
Saudações, Partner! |
Não há nada de errado em abrir um negócio com a esposa ou com o marido, desde que haja a mesma compatibilidade que existe na vida pessoal, também haja no business. Contudo, o risco de rompimento da relação conjugal, quase sempre acarreta o rompimento da sociedade... |
O grande erro. Muitos empresários cometem o erro de misturar o regime de casamento com a sociedade empresarial, sem perceber os riscos de não ter um mecanismo de proteção adequado. Eu vi isso acontecer diversas vezes no meu escritório, e o mais assustador é que muitos acham que um contrato social básico os protege, mas não é bem assim. |
Deixa eu te contar uma história real. Recentemente, um casal veio me procurar após 15 anos de casamento e sociedade. A empresa estava faturando 50 milhões por ano, mas o maior medo deles era perder tudo por causa de divergências familiares. |
E o pior? Eles estavam completamente desprotegidos: |
|
Ferramentas societárias. Para evitar que o rompimento do casamento afetasse a empresa, incluímos no acordo uma ferramenta societária chamada "buy or sell" que poderia ser acionada em caso de divórcio. |
Buy or Sell. Com esta ferramenta, um dos casais poderia apresentar uma oferta vinculante de suas quotas e o outro deveria optar por comprar as quotas ofertas ou obrigar ofertante a vender suas quotas pelo mesmo valor e nas mesmas condições. |
Orientamos também a iniciarem um planejamento sucessório do patrimônio pessoal do casal, bem como, a organizar a governança da empresa, pensando na sucessão da gestão da empresa. Abordarei esses temas em outros e-mails. |
Quer evitar problemas com sócios e criar alianças sem perder o controle da empresa? Leia o livro O Jogo do Equity. |
Kim Ferreira de Melo |