Saudações, partner!
Um empresário me procurou recentemente com uma questão que afeta muitas empresas: "Tenho um sócio que se endividou. Qual o meu risco?"
A resposta, infelizmente, não é simples. O risco de um sócio endividado pode ser grande, pois a empresa pode ser obrigada a "pagar" a dívida do sócio até o limite do valor patrimonial das quotas do sócio endividado. Como isso funciona?
Todo sócio é detentor de quotas na sociedade, o que significa que suas quotas representam uma fração do capital social. E, assim como um imóvel ou um automóvel, essas quotas são penhoráveis, ou seja, podem ser bloqueadas para o pagamento de dívidas pessoais do sócio.
Se um sócio se endividar em sua pessoa física, suas quotas podem ser bloqueadas para pagar o credor. O pior? Normalmente, isso resulta na liquidação das quotas, o que pode reduzir a participação do sócio endividado ou até excluí-lo da sociedade. Esse é um risco sério para o futuro da empresa, pois a saída do sócio endividado, pela liquidação judicial forçada das quotas, pode afetar a gestão e a operação do negócio.
Agora, como você pode se proteger? A boa notícia é que você pode agir antes de a situação se agravar.
Aqui estão algumas medidas que podem ser tomadas:
Essa estratégia vai ajudar a proteger a estabilidade da sociedade e evitar que o patrimônio da empresa seja comprometido por dívidas pessoais dos sócios.
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Kim Ferreira de Melo.
Advogado Especialista em Societário/M&A.
Autor de "O Jogo do Equity".
Sócio fundador do Corplaw Advogados.